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Cirurgia cardíaca pode afetar o cérebro


Pessoas que se submeteram à cirurgia de revascularização ou a colocação de um stent com um risco coronariano elevado de comprometimento cognitivo três meses após a cirurgia. Essa é a conclusão a que chegou por cientistas da Universidade Justus Liebig, em Giessen, Alemanha, cujo estudo foi publicado no American Heart Journal. O estudo incluiu 37 pacientes submetidos à cirurgia para colocação de um stent e 47 pacientes que se submeteram uma cirurgia de ponte de safena. A idade dos pacientes variou de 60 a 70 anos. Antes da cirurgia e três meses após a cirurgia, os pacientes testados com o pensamento ea memória. Quando os especialistas compararam os resultados descobriram que o menor jogou aqueles que tinham uma revascularização do miocárdio.

"Às vezes, durante a operação a placa se romper e entrar na corrente sanguínea para o cérebro. Este, por sua vez, leva ao comprometimento da memória e do pensamento", disse o cientista e líder do estudo Gerrits tibou artigo.
No entanto, existem outros pontos de vista que não coincidem com a conclusão de cientistas da Universidade de Giessen. Mark Newman, professor da Duke University Medical Center, em Durham, Carolina do Norte (EUA). Quem não esteve envolvido no estudo, insiste que os dados não provam que é precisamente essas operações afetam a memória. Por isso, sustenta que a razão pode ser a formação de placas de colesterol em vaso sanguinio do coração ou do cérebro de pacientes que "obviamente sofrem de aterosclerose."
Enquanto isso, Professor da University Medical Center Stony Brook, Nova York, Todd Rosengart acredita que o risco de comprometimento cognitivo depende da qualidade da cirurgia.Segundo ele, os especialistas alemães para as operações não utilizar métodos adequados para proteger os pacientes contra o declínio cognitivo. Ele também afirma que "se a cirurgia coronária realizada por um especialista bem em um bom hospital" quase elimina a chance de ter problemas com a memória eo pensamento após a cirurgia.
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