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Conseguir o primeiro contato telepático através da Internet




Os cientistas mostraram pela primeira vez a possibilidade de telepatia digitais, ou seja, a transmissão do pensamento de um cérebro para outro através da Internet
Uma equipe internacional de cientistas, especialistas em neurobiologia, eletrônica e robótica de diversas instituições acadêmicas, desenvolveu e testou o funcionamento de um avanço que pode ser descrito como "telepatia digital", segundo o site do Discovery Channel. 

Especialistas foram capazes, com a ajuda da tecnologia, transmitindo pensamentos, anteriormente verificado, a pessoa que transmite o cérebro de uma pessoa através da Internet. 

Durante o experimento, uma única palavra foi transmitida para três pessoas através de uma equipe de dispositivos EEG conectados à Internet. O remetente, que estava na Índia, transmitida com sucesso as palavras 'Olá' e 'ciao' para os receptores em um laboratório na França. Um segundo experimento semelhante foi realizado entre Espanha e França. 

Como isso funciona? 


O processo é o seguinte: no terminal, onde o remetente é a tecnologia do sistema utiliza a interação cérebro-computador (BCI) existente, em que eletrodos colocados sobre o couro cabeludo monitorar correntes elétricas específicas no cérebro. Esses sinais ativam as saídas específicas, e para sistemas de próteses que permitem às pessoas para mover a prótese com o pensamento. Neste caso, os pensamentos verbais do remetente são convertidos em código binário (digital). 

No lado de recepção, a sequência digital é convertida em sinais analógicos de mensagens que são transmitidas para o receptor, isto é, o cérebro humano, utilizando uma ('estimulação transcraniana magnética', TMS) de excitação magnética transcraniana. A pessoa que recebe a mensagem não vê nenhuma imagem visual ou escrita, mas os chamados "fosfenos" (manchas brilhantes que piscam e se movem na frente dos olhos), que têm um impacto sobre o globo ocular e outras partes visuais do sistema nervoso humano, que interpreta mentalmente. 

A revista digital de PLOS ONE contém mais detalhes sobre o experimento. 

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